sábado, 15 de maio de 2010

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Bom, primeiramente gostaria de agradecer á Dú por citar meu nome em sua ultima postagem dizendo que escrevo bem. Não sei se estou muito de acordo de acordo com tal afirmação, mas reconheço um pouco. Ok, não estou aqui pra falar da minha habilidade dissertativa ou a falta dela.
Como viram, o último assunto tratado foi sobre decepções. Eu não sou uma boa pessoa pra dizer algo sobre decepcionar as outras... mas todo mundo erra.
Sei que decepcionei muita gente, inclusive a própria Eduarda. Não preciso que ninguém me diga isso.
Começarei chamando atenção para o fato de que as decepções têm uma ligação de extrema importância com a tal da confiança. Negócio estranho esse de confiar. Negócio ruim esse de decepcionar. Eu sei, eu decepcionei, me decepcionei e fui decepcionada. Grande coisa.
Todo mundo diz que são duas coisas feitas de vidro, dois espelhos, entre outros... aceito esse termo em partes. Descobri que consigo confiar plenamente em pessoas que me quebraram a confiança. Isso só acontece quando existe história, mas só em histórias que podem ser chamadas de fatos.
O mundo é um mistério, não vou dizer que acredito em Deus e em Demônio, gosto de chamar de .... uma força maior. Algo que nunca entenderemos. E nesse universo,existem ligações, ligações de alma. É o tipo de coisa que eu não acho que possa ser quebrada. Podemos nos afastar das pessoas, podemos até esquecer delas, mas o dia que voltar, será como se aquele momento de ausência nunca tivesse acontecido.
Todavia não significa que irá voltar um dia...
Eu não vou me especificar no caso em que me refiro nesse momento. Pois são poucas pessoas que o conhecem. As pessoas que sabem, ou não tem nada a ver com isso, e não há perigo de ir parar em ouvidos errados. Ou alguém de muita confiança. Na verdade só um alguém de muita confiança, e aquela com que acredito que possuo a tal ligação de alma. Sim, me refiro á Larissa.
Eu sei que ela pode pensar em duas pessoas lendo isso... Não, Larissa, não é a Janina. Não acredito que iremos voltar a ser o que éramos se você me entende. Sinto falta dela... Porém eu trato como um 'foda-se mariana, siga sua vida'.
Me refiro á outra pessoa... mas essa eu não vou dizer aqui. Não mesmo.
Gosto de imaginar que ela sabe e sente o mesmo. Então, se você, caro leitor, for a quem me refiro. Eu sinto sua falta... Ah, eu sinto. Todos os dias, não vou dizer todas as horas, pois já ultrapassei faz tempo a fase de superação. Mas ainda me encomoda regularmente.

m.

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